– Por que um chá das cinco, Hanna? – Gabriela perguntou intrigada com uma das suas sobrancelhas, bem delineadas, erguidas. A garota não fazia ideia do porquê de ter sido convidada para uma “festa do chá” em plena cinco horas e justo no Brasil!
– Para quê serviria um chá das cinco além de contar fofocas cotidianas? – A risada estridente ecoou pelo jardim florido da pequena casa de Hanna. – Quer mais chá?
– Então basicamente iremos fazer crônicas sobre o cotidiano? Ah, quero sim, obrigada. – Gabriela, começando a entender a situação, sorriu ao pensar em como seria legal trazer leitores para o micro “diário” delas. Hanna encheu sua xícara com o líquido marrom e adicionou um pouco de açúcar e logo se entreteu com a sua xícara de origem italiana, mas porcelana inglesa.
– É basicamente isso. Vão ser pequenos contos sobre qualquer coisa que quisermos, serão temas que poderíamos discutir em um chá das cinco, por exemplo. – Hanna murmurou enquanto sua amiga misturava seu chá com um certo ar de sofisticada.
1 year ago
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